Memorial Martim Lutero: mais que um cemitério,
uma homenagem à memória de quem amamos.

O Memorial Martim Lutero, originalmente denominado Cemitério Evangélico, foi criado a partir da necessidade dos luteranos vindos da Alemanha para a região de Porto Alegre durante o século XIX, assim como a Comunidade Matriz, inicialmente denominada Deutsche Evangelische Gemeinde, que foi a primeira Igreja Luterana da capital, e também o Hospital Alemão, hoje conhecido como Hospital Moinhos de Vento.

Desde o primórdio, o Memorial Martim Lutero dedica-se à missão de acolhimento aos enlutados e à guarda dos restos mortais e da memória de seus familiares.

A arte funerária abrigada no Memorial Martim Lutero registra em lápides, esculturas, criptas e mausoléus a memória de cada pessoa nele sepultada.

Esta obra combinada com a natureza presente em todo o parque transforma o Memorial no mais belo cemitério parque do Estado, moldado e cultivado a muitas mãos há mais de 160 anos.

 

 

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Notícias Recentes

Memória Viva - Ernesto Geisel

Ernesto Beckmann Geisel GColSE • GColIH (Bento Gonçalves, 3 de agosto de 1907 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1996) foi um político e militar brasileiro, tendo sido o 29º Presidente do Brasil (4.º na ditadura militar brasileira), exercendo o cargo de 1974 a 1979.[2]

Filho de imigrantes luteranos alemães, estudou no Colégio Martinho Lutero de Estrela e no Colégio Militar de Porto Alegre, formando-se aspirante a oficial na Escola Militar de Realengo, atual Academia Militar das Agulhas Negras, na arma de artilharia.[3] Ingressou na carreira política ao ser nomeado chefe da Casa Militar do governo do Presidente Castelo Branco, em 1964. Fez parte do grupo de militares castelistas que combateram a candidatura do Marechal Costa e Silva à presidência da República.[3] Castelo promoveu-o ainda a General-de-exército em 1966 e nomeou-o Ministro do Superior Tribunal Militar em 1967. No governo de Emílio Médici, tornou-se presidente da Petrobras, enquanto seu irmão Orlando Geisel tornara-se Ministro do Exército; o apoio de Orlando foi decisivo para que Médici o escolhesse como candidato à Presidência em 1974. Em 1974, pelo Aliança Renovadora Nacional (ARENA), na chapa com Adalberto Pereira dos Santos para vice, candidatou-se à presidência, onde venceu, com quatrocentos votos (84,04%), a chapa oposicionista Ulysses Guimarães/Barbosa Lima Sobrinho do MDB, que obteve 76 votos (15,96%).[4]

Assumiu a Presidência do Brasil em 15 de março de 1974.[5] Seu governo foi marcado pelo início de uma abertura política e amenização do rigor do regime militar brasileiro, onde encontrou fortes oposições de políticos chamados de linha-dura[5]. Durante sua incumbência, ficaram marcados os seguintes acontecimentos: a fusão da Guanabara ao Rio de Janeiro, a divisão do Mato Grosso com a criação do Mato Grosso do Sul, reatamento de relações diplomáticas com a República Popular da China, reconhecimento da independência de Angola, realização de acordos nucleares com a Alemanha Ocidental, início do processo de redemocratização do país, extinção do AI-5 e grande adiantamento da construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu.[5]

Em sua vida pós-presidência, Geisel manteve influência sobre o Exército ao longo da década de 1980 e, nas eleições presidenciais de 1985, apoiou o candidato oposicionista vitorioso Tancredo Neves, o que caracterizou a diminuição das resistências a Tancredo no meio militar. Foi presidente da Norquisa, empresa ligada ao setor petroquímico. Em 12 de setembro de 1996, aos 89 anos, morreu, vítima de um câncer generalizado.[5]

DOCUMENTOS
Ernesto Geisel na Wikipedia
Ernesto Geisel (Toda Matéria)

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Boas festas!

Informamos que o horário de atendimento do Memorial Martim Lutero, durante as festas de final de ano, será normal.

Aproveitamos para desejar a todos um Feliz Natal e  um 2015 repleto de realizações.

 

cartao natal 2014

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Dia de Finados movimenta Memorial

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Nem a chuva que caiu incessantemente no final de semana de finados, espantou familiares e amigos que foram, ao Memorial Martim Lutero, prestar a sua homenagem aos seus entes ali sepultados.

O maior movimento ocorreu na sexta-feira e no sábado. Contudo, foi no domingo, 02 de novembro, data que se celebra o Dia de Finados, que os visitantes foram surpreendidos com uma programação preparada especialmente para o momento. A delicadeza e a emoção despertadas pelo som do violino foram presenciadas por aqueles que foram à Capela Histórica.

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Já os tradicionais cultos foram realizados pela manhã e pela tarde, também na Capela Histórica. O Pastor Enos Heidemann lembrou que atualmente as pessoas têm mais dificuldades em lidar com a morte. Porém, Heidemann ressaltou a importância em aceitá-la, pois o fim é inevitável, bem como é fundamental vivenciar o luto e guardar na memória os bons momentos compartilhados.

Durante o culto, familiares e amigos foram convidados a citar seus entes, ainda tão queridos em suas memórias e coração.

 

 

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Cultos mensais na Capela Histórica

Os cultos mensais na Capela Histórica do Memorial Martim Lutero estão movimentando o espaço que tem recebido pessoas de diferentes confissões religiosas que buscam uma palavra de apoio e de consolo diante da perda de um ente querido.

Os encontros na Capela tiveram início em 2012 e, a cada ano, a participação do público tem ampliado, sendo que nos últimos cultos a Capela Histórica ficou lotada. O Pastor Enos Heidemann é o responsável pela liturgia que lembra as pessoas falecidas durante o mês.

Os encontros ocorrem no último sábado de cada mês, às 17 horas, na Capela Histórica, Rua Oscar Pereira, 715, Porto Alegre/RS e estão abertos a toda comunidade e interessados.

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